No AC, ministro das Cidades visita obras do Minha Casa, Minha Vida; residencial conta com biblioteca e parques
No Acre, ministro das Cidades visita obras e anuncia novas moradias O ministro das Cidades Antônio Vladimir Moura Lima visitou as obras do Residencial Cidade A...
No Acre, ministro das Cidades visita obras e anuncia novas moradias O ministro das Cidades Antônio Vladimir Moura Lima visitou as obras do Residencial Cidade Alta, no bairro Calafate, em Rio Branco, e afirmou nesta quarta-feira (23) que o governo federal pretende ampliar o número de moradias contratadas pelo Minha Casa, Minha Vida no Acre. O empreendimento visitado pelo ministro terá 192 unidades habitacionais e recebe investimento total de R$ 34,1 milhões, sendo R$ 29,2 milhões do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e R$ 4,8 milhões de aporte estadual. A obra está com 52% de execução e a previsão é de que seja concluída em julho de 2027. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AC no WhatsApp Em entrevista à Rede Amazônica, o ministro afirmou que, desde a retomada do Minha Casa, Minha Vida, o Acre teve 3,4 mil unidades habitacionais contratadas. Desse total, 966 já foram entregues e cerca de 2,2 mil unidades subsidiadas estão em andamento. Segundo ele, a intenção é chegar a entre 5 mil e 6 mil unidades contratadas no estado até o fim da atual gestão. ''Desde a retomada em 2023, a gente tem investido e aqui no Acre tivemos mais de 3.4 mil moradias contratadas. Mais de 80% delas são destinadas às famílias da Faixa 1, que são aquelas com menor renda. Nossa expectativa também é alcançar não só a capital, mas todos os municípios do Acre”, disse. Além das 192 moradias, o Residencial Cidade Alta terá uma biblioteca, dois parques e duas quadras de areia. O atual modelo do Minha Casa, Minha Vida considera a localização dos empreendimentos e a proximidade com serviços públicos. Ministro das Cidades Antônio Vladimir Moura Lima visitou nesta quarta-feira (23) as obras do Residencial Cidade Alta, em Rio Branco Richard Lauriano/Rede Amazônica LEIA MAIS: Acre despejou 57 milhões de litros de esgoto sem tratamento por dia em rios em 2024, alerta estudo Rio Branco é a cidade que menos investe em saneamento por habitante no país, diz estudo Posso participar do sorteio? Veja regras para concorrer a uma das 692 moradias do Minha Casa, Minha Vida em Rio Branco De acordo com o ministro, a proposta é que os moradores tenham acesso a equipamentos como escola, creche e unidade de saúde próximos às novas moradias. ''A gente sabe que tem muitas famílias que ainda pagam aluguel caro, ou outras que vivem em situação de rua, e que precisamos levar qualidade de vida. Queremos levar moradia digna para quem precisa'', destacou. Saneamento básico e infraestrutura Durante a entrevista, o gestor também falou sobre os investimentos federais em saneamento básico e infraestrutura urbana no Acre. Segundo dados do Ministério das Cidades, o estado reúne R$ 1,1 bilhão em investimentos federais. O valor considera diferentes frentes, como ações do Novo PAC, contratos de repasse e unidades habitacionais contratadas pelo Minha Casa, Minha Vida. Dentro desse montante, a carteira selecionada do Novo PAC para o Acre soma R$ 404,2 milhões. Desse total, R$ 214,4 milhões são destinados a obras de saneamento básico e R$ 186,2 milhões à mobilidade urbana. Obras do Residencial Cidade Alta, que terá 192 unidades habitacionais e recebe investimento de R$ 34,1 milhões Richard Lauriano/Rede Amazônica Na área de saneamento, os recursos podem ser aplicados em obras para ampliar a coleta e o tratamento de esgoto e o acesso à água potável. Na mobilidade, os investimentos abrangem obras e ações relacionadas ao transporte e à infraestrutura urbana. O ministro afirmou que parte dos recursos ainda depende da execução dos projetos pelos governos estadual e municipais. Ainda segundo ele, há obras em andamento e outras que precisam passar por novas etapas para serem retomadas. “Queremos melhorar a questão da coleta, do tratamento de esgoto, permitir o acesso à água potável para diversas famílias que ainda não têm água na torneira. A gente vem investindo em urbanização, em periferia, transporte público coletivo. Pensamos em habitação associada com a infraestrutura. É claro que são parcerias que precisam do apoio dos estados e municípios, porque são eles os executores locais que precisam fazer os projetos, licitar as obras e fazer essas obras se tornarem realidade'' completou. VÍDEOS: g1