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Crise de combustível em Cobija agrava situação econômica e preocupa moradores de Pando

A cidade de Cobija, capital do departamento de Pando, enfrenta uma grave crise de abastecimento de combustível que já afeta diretamente o transporte, o comércio e os serviços essenciais da região de fronteira com o Acre brasileiro.

Crise de combustível em Cobija agrava situação econômica e preocupa moradores de Pando
Crise de combustível em Cobija agrava situação econômica e preocupa moradores de Pando (Foto: Reprodução)



Nos últimos meses, motoristas têm enfrentado longas filas nos postos de gasolina em busca de diesel e gasolina. Em alguns casos, a espera ultrapassa várias horas, causando transtornos para trabalhadores, comerciantes e transportadores. A situação provocou protestos e bloqueios em diferentes regiões da Bolívia, incluindo áreas próximas a Cobija. �

ac24horas · 2

Segundo reportagens locais e internacionais, a crise está ligada à dificuldade do governo boliviano em garantir a importação de combustíveis, agravada pela crise econômica e pela escassez de dólares no país. A Bolívia depende fortemente da importação de gasolina e diesel para atender a demanda interna. �

CNN Brasil · 2

Em Cobija, moradores relatam dificuldades até mesmo para atividades básicas do cotidiano. O transporte urbano foi reduzido, mercadorias começaram a atrasar e serviços de saúde passaram a enfrentar problemas logísticos devido à falta de combustível. Caminhoneiros e taxistas afirmam que o prejuízo aumenta diariamente.

“Estamos vivendo um caos diário. Não há como trabalhar sem combustível”, relatou um motorista ouvido pela imprensa acreana. �



ac24horas

A crise também já gera reflexos na fronteira com o Brasil, especialmente em cidades acreanas como Brasiléia e Epitaciolândia, onde comerciantes acompanham com preocupação a diminuição do fluxo de consumidores bolivianos e possíveis impactos no comércio bilateral.

Além da falta de combustível, protestos e bloqueios em rodovias bolivianas têm dificultado ainda mais a chegada de alimentos e produtos essenciais às principais cidades do país. Em algumas regiões bolivianas, o preço de alimentos já sofreu aumento significativo devido às dificuldades de transporte. �

El País · 1

Até o momento, o governo boliviano afirma que busca normalizar o abastecimento, mas a população segue enfrentando incertezas enquanto as filas nos postos continuam fazendo parte da rotina em Cobija e em outras cidades bolivianas.

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